Assista a cobertura especial do Jornal da Record sobre a inauguração do RecNov, os novos estúdios de dramaturgia da TV Record, no Rio de Janeiro. Além de artistas da TV Record, o evento contou com a presença do presidente Lula, da ministra-chefa da Casa Civil, Dilma Rouseff, do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e do prefeito, Eduardo Paes.
Detalhe importante: Ricardo Teixeira, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), detentora dos direitos de transmissão dos jogos da seleção brasileira, também esteve presente.
A TV norte-americana sempre serviu de parâmetro para que as TVs comerciais mundo a fora se guiassem no que diz respeito a tendências de consumo e audiência — se é que um não é sinônimo da outra!?
Pois bem. Não é de hoje que o Ibope das grandes redes americanas está em declínio. Como declarou o comediante Jay Leno recentemente, o sucesso de hoje equivale ao fracasso de (não muito) antigamente.
Jamais veremos números como os dos estrondosos ”Seinfeld”, “Friends” ou “ER” novamente, só para falar de alguns fenômenos da última década. Estes seriados, líderes de audiência, eram exibidos na TV aberta. Os sucessos de hoje — e com números bem mais modestos — estão, em sua maioria, na TV a cabo. Vide “The Sopranos”, “Mad Man” e ”Dragmet”.
Na semana passada a TV dos Estados Unidos ganhou uma nova leitura do que deverá ser o duelo em busca de telespectadores no chamado “futuro da televisão” (e ele está aí!). Pela primeira vez na hstória um jogo de futebol americano transmitido em um canal por cabo (ou seja, segmentado, de um gênero específico, neste caso ‘esporte’) bateu um jogo de futebol exibido em uma grande rede.
Enquanto na ESPN Packers vs. Vikings alcançou mais de 21,8 milhões de telespectadores, na NBC Indianapolis vs. Tenneesse não passou de 16 milhões, atrás de NCIS, série de investigação a la C.S.I., e da versão americana de Dança dos Famosos.
Mas não se engane. Esta nova tendência, dizem os especialistas, não significam que a TV vai acabar. Ela está apenas em transformação e deve crescer ainda mais, como afirma Jeffrey Cole que lidera um projeto mundial de estudos da internet e de celulares.
Segundo ele, as pessoas querem cada vez mais informação. E esporte também é informação. Fim apenas para os jornais, e mesmo assim os impressos. Mas esta é uma outra história.
Via TV, Record e Globo News (a Globo só exibe flashs nos intervalos da programação) enfrentam as mesmas dificuldades na cobertura da explosão em um bairro residencial em Santo André, no Grande ABC, SP: usam imagens de helicóptero que saem do ar o tempo inteiro e não conseguem manter contato telefônico com quem está no local. As ligações teimam em cair.
Ágil: a Record consegue colocar as informações no ar minutos antes da concorrência. Quem troca de canal percebe. a Globo está atrasada na cobertura. Um exemplo, o motivo da explosão. Na Record, Gottino trouxe primeiro a suspeita de que a ruptura de um cabo da rede elétrica teria motivado a detonação dos explosivos.
Mas ao que parece a audiência não correspondeu às expectativas. A Record acaba de suspender o Plantão de jornalismo.
O apresentador e comediante JAY LENO liderou a audiência das 10 da noite na televisão americana na estreia de “The Jay Leno Show”, nesta segunda-feira, 14. Mais de 17,7 milhões de pessoas assitiram o programa. Leno também ajudou a emissora NBC a liderar no horario nobre, entre as 20h e as 23h.
O desafio agora é manter os números. A nova temporada americana começa oficialmente apenas na próxima semana. A concorrência no horário é cada vez mais acirrada não só na TV aberta como na TV a cabo.
Em maio, quando o Leno deixou o comando do “Tonight Show”, foi visto por 11,9 milhões de telespectadores.
Anthony Suau, prêmio de Melhor Fotografia na 52.ªedição do World Press Photo com o registro do momento dramático em que um policial faz uma inspeção em uma casa de Cleveland, nos Estados Unidos, após os proprietários serem despejados devido a crise econômica. A imagem foi publicada na revista Time, em Março. Suau está há dois meses sem trabalho. Via DN
Daniel Vasques, 29, é jornalista pós-graduado em Ciências da Comunicação pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel).
Coincidências a parte, desde 20 de janeiro – data da posse de Barack Obamma – atua em Brasília, capital do Brasil. E não é que deu certo!? Atualmente é repórter da TV Record no DF.
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